30 de maio de 2007

FEIRA DO LIVRO DE LISBOA

Estive eu para aqui a falar da de Évora... Deixa estar que a de Lisboa... Enfim.
Meia-dúzia de pavilhões pingados pelo parque acima. Por todo lado os "livros da crise", isto é, coisas generalistas que tentam manter as editoras à tona. O que está a ser difícil.

Pediram-me do Expresso que visitasse a feira e comprasse algumas coisas. Não soube o que comprar. Nem bem para quê,numa altura em que o dinheiro falta nas mesas de tanta gente.
Opto por comprar livros para os outros. Alguns infantis, para oferecer a instituições que acolhem e protegem putos com pouca sorte. As Obras Completas do Alexandre O'Neill, para uma miúda que tem mais sorte que os miúdos referidos anteriormente. E pouco mais. Num dos pavilhões encontro um uns diálogos de Platão, sobre a Beleza, que compro para oferecer aos amigos do C.E.M., que reflectem todos os dias sobre estas questões e que estão sempr disponíveis para dar e escutar.
Este ano não há o pavilhão faraónico no alto do parque. Houve menos uma casa comprada no Algarve com o cachet do arquitecto... Mas ainda assim faz falta um sítio digno para que escritores e público se encontrem. Bom, há lá uma tenda...



Embora não esteja a passar constantemente em rodapé na RTPn, vou estar sentadinho na feira, no sábado, dia 2. Às 17h, creio... Estão convidados para os dois dedos de conversa. Não é obrigatório comprar nada.

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